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O Psicopedagogo Atuando na Prevenção do Bullying no Cotidiano Educacional de Crianças e Adolescentes. - Artigo por Renata Cristina Barreto.

O Psicopedagogo Atuando na Prevenção do Bullying no Cotidiano Educacional de Crianças e Adolescentes.
- Artigo por Renata Cristina Barreto.

RESUMO

Este artigo tem por finalidade apresentar uma reflexão sobre a prática profissional do Psicopedagogo, reconhecendo suas dimensões, com o objetivo de situar a instrumentalidade na prevenção do bullying no cotidiano educacional das crianças e adolescentes. Por tanto foi realizado um estudo bibliográfico e apresentados alguns dos principais instrumentos de trabalho utilizados pelo psicopedagogo no exercício da prática profissional na atuação da prevenção de um fenômeno ainda pouco conhecido, e muito presente nas escolas que é o bullying escolar.

Palavras-chave: psicopedagogo, bullying, criança, adolescente, escola
 


INTRODUÇÃO

Os atos de Bullying, de certa maneira, afetam toda a sociedade, seja como agressor, como vítima, ou até espectador, tais ações marcam, deixam cicatrizes, imperceptíveis em curto prazo e dependendo do nível e intensidade da experiência, causam frustrações e comportamentos desajustados gerando até mesmo, atitudes sociopatas.

Percebe-se que na televisão e nos telejornais, estão estampados todos os dias vários casos de violência, na Internet, os sites de notícia; estão cheios de acontecimentos que envolvem a violência. Então nos questionamos, em qual mundo vivemos já que a todo o momento somos surpreendidos por fatos marcantes que mostram a violência dentro de casa, nas ruas, e em todos os lugares. Podemos pensar que na escola nossos filhos estão seguros, um ambiente em que eles aprendem o respeito mútuo, e a valorização do ser humano.

Sabe-se que o Psicopedagogo deve estar atento as questões que possam vir a afetar os grupos sociais, investigando e procurando possíveis formas de sanar ou amenizar os problemas trazidos pelas demandas escolares. Segundo Bossa (1994, p. 11), a psicopedagogia permite que se estude:

[...] as características da aprendizagem humana, como se aprende, como essa aprendizagem varia evolutivamente e está condicionada por vários fatores, como se produzem as alterações na aprendizagem, como reconhecê-las, tratá-las e preveni-las.

A compreensão do aluno, portanto, significa partir das condições reais de sua existência, seus limites, suas habilidades, suas atitudes, sua cultura, sua forma de ler o mundo e a si próprio, suas possibilidades, sua conduta, etc., enfim, tudo o que determina sua vida. Observa-se que existe uma demanda de crianças e adolescente que sofrem esse tipo de assédio, e é comum as mães ou próprias vitimas chegarem a direção da escola se queixando desse tipo de pratica no ambiente escolar. Essas agressões entre alunos, físicas ou morais, trazem consequências sérias, tanto para quem as comete como para suas vítimas.

Sabe-se que uma escola de qualidade deve ser: democrática, participativa e comunitária, como espaço de socialização e desenvolvimento do educando visando também prepará-lo para o exercício da cidadania através da prática e cumprimento de direitos e deveres.

Assim esse estudo bibliográfico teve como objetivo a analise e elaboração de possíveis práticas a partir do psicopedagogo, de um fenômeno ainda pouco conhecido e muito presente nas escolas que é o bullying escolar. Já que esse ato tem como conseqüência várias formas de agressão entre alunos, sejam elas físicas ou morais.
 


CAPITULO I O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO NA COMPREENSÃO DOS PROBLEMAS RELACIONADO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA.

O Psicopedagogo escolar possui a função de observar e avaliar qual a verdadeira necessidade da escola, além de suprir os seus anseios, buscando respostas e alternativas à questão do aprender, tanto no plano psíquico como no cognitivo, emocional e físico, gerando um espaço multidisciplinar construtor de sua epistemologia e fundamentação verificando junto ao Projeto Político-Pedagógico.

A escola apresenta-se como uma porta de entrada comunitária, além de seu papel pedagógico, formador e de socialização, ela é portadora dos conflitos, limites, esperanças e possibilidades sociais. A escola recebe e expressa às contradições da sociedade.

Aberastury apud Freitas (2002 p.36) define a adolescência como:

Um momento crucial da vida do homem e constitui a etapa decisiva de um processo de desprendimento que começou com o nascimento. As modificações psicológicas que produzem neste período, e que são o correlato de modificações corporais, levam a uma nova relação com os pais e o mundo. Isso só é possível se elabora, lenta e dolorosamente, o luto pelo corpo infantil, pela identidade infantil e pela relação com os pais na infância.

Ainda a respeito desse período o Estatuto da Criança e do Adolescente o ECA (2002, p. 11) diz:

art. 2o.. Considera-se criança, para os fins da Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescentes aquela entre doze e dezoito anos de idade. Parágrafo único: nos casos expressos em Lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre  dezoito e vinte e um anos de idade “ (Lei n. 8069, de 13 de julho de 1990).

Nesse contexto, psicopedagogo tem grande contribuição a dar à política pública da Educação e aos desafios que se apresentam para a elevação do rendimento escolar, a efetivação da escola como espaço de inclusão social e a formação cidadã de nossas crianças e jovens. Cléo Fante, a esse respeito afirma que:

É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. (Constituição Federal de 1988, art. 227).

Nós sabemos que a escola precisa ser um local agradável e com seguro para os alunos, a fim que as crianças e adolescentes possam ter um ambiente de aprendizagem a sociável, para isso faz-se necessária que este ambiente não esteja inserido em conflitos permitindo o assim o sucesso do processo de ensino aprendizagem. 

Constata-se que os problemas de aprendizagem são presença constante em sala de aula e sanar essa problemática requer comprometimento com as dificuldades, pois se sabe que vínculos negativos com o objeto de conhecimento efetivam problemas para aprender. A Psicopedagogia como área de estudo e de atuação, responsável pela aprendizagem e suas dificuldades, tem importantes tarefas diante do fenômeno da exclusão escolar de pessoas que apresentam dificuldades com a aprendizagem. A primeira delas diz respeito à necessidade da "dificuldade" no processo de aprender; sem ela não há desequilíbrio e, consequentemente, busca  equilíbrio para a aprendizagem. A dificuldade só é motivo de preocupação quando é muito intensa e frequente, geradora de um obstáculo tão grande que impeça ou dificulte a aprendizagem de alguém.

Dessa forma, a observação é de grande importância para uma maior percepção dos problemas existentes na sala de aula, a fim de verificar quais as principais dificuldades encontradas pelos alunos, docentes e família em lidar com questões referentes ao bullying.

CAPITULO 3  O PROBLEMA DO BULLYING ESCOLAR NO BRASIL

A violência praticada por bullying no Brasil é pouco estudada e divulgada. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Glia em cinco regiões brasileiras revela: 13,1% frequentemente brigam, amedrontam ou intimidam outros jovens, 4,1% executam ações de bullying e apresentam transtornos mentais, ansiedade, depressivo, déficit de atenção e hiperatividade, 23,5% afirmam já terem sido perseguidos por outros jovens e, 5,6% foram vítimas de bullying e apresentam vários transtornos.

Assim o Ministério Público da Bahia, em julho de 2009 lançou uma Campanha anti bullying junto às escolas, intitulando “Bullying não é brincadeira” visando coibir a prática de bullying nas escolas. Compreendendo que todas as atitudes agressivas intencionais e repetitivas que ocorrem num período prolongado de tempo sem motivação evidente, adotada por um ou mais individuo contra o outro, causando dor angústia e medo, e executadas dentro de uma relação desigual de poder tornando possível a intimidação da vítima, a melhor forma de prevenção contra esse mal é denunciando.

Percebe-se que a análise do que se trata o bullying é de grande importância para que se possa identificá-lo, e ao mesmo tempo traçar metas para prevenir e sanar esse problema, já que a sociedade está alerta as concepções ligadas às consequências dos mesmos. Dessa forma, segundo a ABRAPIA temos que:

O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima. Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de BULLYING possíveis, a seguir, relaciona algumas ações que podem estar presentes: colocar apelidos, ofender, zoar, gozar, encarnar, sacanear, humilhar, fazer sofrer, discriminar, excluir, isolar, ignorar, intimidar, perseguir, assediar, aterrorizar, amedrontar, tiranizar, dominar, agredir, bater, chutar, empurrar, ferir, roubar, quebrar pertences.

O comportamento agressivo ou violento nas escolas é hoje, um dos fenômenos social mais complexo e difícil de compreender, por afetar a sociedade como um todo, atingindo diretamente as crianças de todas as idades, em todas as escolas do país e do mundo. Sabemos ser o fenômeno resultante de inúmeros fatores, tanto externos como internos à escola, caracterizados pelos tipos de interações sociais, familiares, sócio educacional, e pelas expressões comportamentais agressivas manifestadas nas relações interpessoais. Fante (2005, p. 67) afirma que o bullying ocorre com maior frequência na sala de aula e, assim, há uma preocupação com a figura do professor em seu ambiente de atuação, pois os alunos, muitas vezes, desrespeitam sua presença promovendo um ambiente de insegurança, com conflitos constantes, no qual até o professor acaba tornando-se vítima do bullying. Segundo Bossa (1994, p.23):

Cabe ao psicopedagogo perceber eventuais perturbações no processo aprendizagem, participar da dinâmica da comunidade educativa, favorecendo a integração, promovendo orientações metodológicas de acordo com as características e particularidades dos indivíduos do grupo, realizando processos de orientação. Já que no caráter assistencial, o psicopedagogo participa de equipes responsáveis pela elaboração de planos e projetos no contexto teórico/prático das políticas educacionais, fazendo com que os professores, diretores e coordenadores possam repensar o papel da escola frente a sua docência e às necessidades individuais de aprendizagem da criança ou, da própria ensinagem.

A questão da violência tem uma ligação muito grande com a realidade das consequências do bullying e acerca disso temos em muitos adventos na mídia de atos de violência gerados a partir de ofensas, problemas psicológicos gerados na infância, e que vem se concretizar em atos realizados por vítimas na fase adulta. A respeito disso; Adriana Friedman salienta que:

A violência é um fenômeno complexo que não pode ser reduzido ao crime e à violência institucional. Refere-se a uma conduta de abuso e poder, muitas vezes invisível e/ou encoberta, que envolve situações de força e tensão, assimetria e desigualdade social, danosas para a constituição do indivíduo e da sociedade. Violência na primeira infância diz respeito, tanto à manifestação física como a situações de humilhação, exclusão, ameaças, desrespeito, indiferença, omissão para com o outro.

Entende-se que o comportamento violento, que causa tanta preocupação e temor, resulta da interação entre o desenvolvimento individual e os contextos sociais, como a família, a escola e a comunidade. Constata-se que, infelizmente, o modelo do mundo exterior é reproduzido nas escolas, fazendo com que essas instituições deixem de ser ambientes seguros, modulados pela disciplina, amizade e cooperação, e se transformem em espaços onde há violência, sofrimento e medo. É imprescindível entender o aluno numa perspectiva dialética, em que não se pode reduzi-lo a um mero instrumento, mas, ao contrário, ele cria a sua História, não apenas no sentido estreito de que o homem cria porque age, mas, sobretudo, no sentido de que age conscientemente, e que faz consciente a escolha entre várias possibilidades. Ele pode “transformar a natureza e a sociedade, através da mediação do trabalho, assim, transforma sua própria natureza, num processo de autotransformação que nunca tem fim”. (FRANCO, p. 2-3)

Dessa forma, está proposta de intervenção busca uma reflexão teórica através das vivências e pesquisas cotidianas abertas aos novos paradigmas que apontam para a transdisciplinaridade e a complexidade que norteiam o processo de ensino e, por conseguinte é de incumbência de ações por parte do psicopedagogo.

CAPITULO 3 O PSICOPEDAGOGO ATUANDO NA PREVENÇÃO DO BULLYING NO COTIDIANO EDUCACIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES.

As práticas do psicopedagogo em instituições educacionais devem visar ampliar os conhecimentos sobre a realidade educacional, através de uma base teórica já existente sobre o assunto, assim conseguindo visualizar de maneira mais ampla e aprofundada as múltiplas faces que envolvem esse fenômeno social que é o bullying, em seus fatores históricos, econômicos e políticos e culturais, ficando claro que esta realidade social representa um mecanismo de exclusão, vivida em nosso país, priorizando o verdadeiro bem estar social e luta pela cidadania.  

As estratégias psicopedagógicas devem ser desenvolvidas a partir dos professores, de acordo com a realidade apresentada. A proposta inicial é serem utilizadas aulas expositivas, apresentadas em PowerPoint, a fim de levar a discussão e reflexão fomentadas, a partir da exibição de filme sobre a temática; dinâmicas de grupo e estratégias psicopedagogica devem ser desenvolvidas para imediata aplicação. A esse respeito, Weiss (2004), afirma que a psicopedagogia busca a melhoria das relações com a aprendizagem, assim como a qualidade na construção da própria aprendizagem de alunos e educadores.

Inicialmente devem ser feitas reuniões com professores e pais de alunos da comunidade com o objetivo de orientar o profissional para que reconheça o Bullying Escolar como forma de violência grave, que requer medidas urgentes para a sua contenção. Oferecer instrumentos de intervenção e prevenção capazes de reduzir o fenômeno e minimizar seus efetivos negativos.

A prática tem como intuito desenvolver a importância da cooperação, a não-violência, o respeito pelos direitos humanos e pela democracia. Estes conceitos encontram definições diferentes segundo os contextos culturais, mas prevalecem com valores de referência no universo das Organizações Não-Governamentais.

O intuito é procurar fazer com que os adolescentes e comunidade no geral pudessem conscientizar-se de que esse conflito relacional já é considerado um problema de saúde pública. Sendo assim é preciso desenvolver um olhar mais observador tanto dos professores quanto dos demais profissionais ligados ao espaço escolar.

É perceptível a importância de atentar a comunidade para sinais de violência, procurando neutralizar os agressores, bem como assessorar as vítimas e transformar os espectadores em principais aliados. Além disso, nota-se a importância de se tomar algumas iniciativas preventivas do tipo: aumentar a supervisão na hora do recreio e intervalo, evitar em sala de aula menosprezo, apelidos, ou rejeição de alunos por qualquer que seja o motivo. Também deve se atentar a promover debates sobre as várias formas de violência, respeito mútuo e a afetividade tendo como foco as relações humanas. O intuito dessas ações é estimular o exercício da solidariedade e da cidadania, mobilizando pessoas, grupos, instituições em prol do bem estar da comunidade, levando os jovens a refletirem a respeito da questão do Bullying, e das suas consequências aos grupos sociais.

Um fator de grande importância é buscar passar informações dos diversos canais de denuncia sobre os bullying através de panfletos semanais, e textos informativos.  Promover debates sobre bullying na escola fazendo com que o assunto seja bastante divulgado e assimilado pelos jovens.

Estimular a fazerem pesquisas sobre o tema e levar informações a comunidade através de dinâmicas, filmes, peças teatrais e reuniões de grupos. São atividades que se comprometem com a defesa dos direitos sociais, cidadania, justiça e liberdade, com o repúdio a todas as formas de preconceito. Tal interferência, portanto, se baseia fundamentalmente na defesa dos direitos sociais.

CONCLUSÃO

Os atos de Bullying, de certa maneira, afetam toda a sociedade, seja como agressor, como vítima, ou até espectador, tais ações marcam, deixam cicatrizes imperceptíveis em curto prazo. Dependendo do nível e intensidade da experiência, causam frustrações e comportamentos desajustados gerando, até mesmo, atitudes sociopatas.

Muitas vezes, ocorrem o quadro de alunos rotulando com apelidos pejorativos ou reagindo de forma agressiva com os colegas, ou comportamento indisciplinado com os professores. No entanto, percebemos que os professores e alunos apresentam dificuldade na compreensão das diversas situações que envolvem o bullying, e em suas consequências, que às vezes aparece mascarada em pequenos atos, e comprometem o desenvolvimento das crianças e adolescentes, levando a desenvolver diversos traumas e bloqueios, que vão acompanhá-los por toda a sua vida.

Em sua ação o psicopedagogo não deve perder de vista o educando como aquele que constrói sua relação com a aprendizagem. A percepção da dificuldade de aprendizagem derivada dos atos de bullying, por exemplo, faz com que o grupo, a instituição, a comunidade ou a cultura se mobilizem para expelir aquele que pode estar representando um corpo estranho, capaz de ameaçar o funcionamento do todo. A complexidade de fatores que interferem no processo de aprendizagem, surgindo à necessidade de tentar novos rumos buscando alternativas viáveis de ação.

A falta de preparo da escola e consequentemente dos educadores em lidar com o processo de aprendizagem, geram consequências como diagnósticos imprecisos e demorados que trazem prejuízos dolorosos, uma vez que a criança passa a ser rotulada e vista como “aluno problema”. Isso implica a necessidade de uma prática que busque contribuir para melhor compreensão desse processo.

O psicopedagogo, portanto deve contribuir com ações que tornem a educação uma prática de inclusão social, de formação da cidadania e emancipação dos sujeitos sociais, trabalhando diretamente com problemáticas a exemplo do bullying na educação, com a oportunidade de possibilitar as pessoas que se tornem conscientes e sujeitas de sua própria história.

BIBLIOGRAFIA

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